segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

METODOLOGIA DE ENSINO


EU E A REVISTA VEJA:
RELAÇÕES COMPLICADAS

Depois de insistentes e repetidas súplicas da Editora Abril para que eu voltasse a assinar a revista VEJA, somada à bonificação de 50% de desconto na assinatura e e ao "sumiço" do "articulista" Diogo Mainardi, reformulei a minha decisão e atendi aos apelos. 

Curiosamente, ao ler um artigo de Cláudio de Moura Castro intitulado "A aula de ponta cabeça", verifiquei, surpreso, que a metodologia que venho exercitando há anos (dar o conteúdo de um tema e tempo para o aluno ler, preparar um resumo crítico, apresentar no grupo e, o que é mais importante, aplicar na prática) está sendo considerada por Cláudio uma novidade porque o aluno aprende em casa e depois vai para a aula debater com o professor. Na sua coluna da VEJA de 14.12.2011, pág.34, ele escreveu: 

De dois ou três séculos para cá, o jeito das aulas se fixou em uma fórmula clássica: o professor explica e depois, em casa, os alunos fazem o "dever", exercitando o que aprenderam. As variações sobre o tema têm sido mínimas, longe de serem revoluções. Mas eis que pipoca uma novidade: quem sabe virar a rotina da aula de ponta-cabeça? O aluno aprende em casa e depois vai à aula. Nela, com a ajuda do professor, vai se exercitar no que estudou. Essa possibilidade e suas muitas variantes sem­pre existiram, pois nada impede os alunos de abrir seus livros para aprender a lição em casa. Na prática, por ser bem mais árdua, jamais foi uma solução adotada amplamente.”  Cláudio de  Moura Castro

No meu caso particular, acrescem as vantagens do aluno poder dialogar com o autor dos textos e de aplicar o aprendido, imediatamente após, com ações efetivas. José Pinto de Queiroz Filho

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