EU E A REVISTA VEJA:
RELAÇÕES
COMPLICADAS
Depois de insistentes e repetidas súplicas da
Editora Abril para que eu voltasse a assinar a revista VEJA, somada à
bonificação de 50% de desconto na assinatura e e ao "sumiço" do
"articulista" Diogo Mainardi, reformulei a minha decisão e atendi aos
apelos.
Curiosamente, ao ler um artigo de Cláudio de Moura Castro intitulado
"A aula de ponta cabeça",
verifiquei, surpreso, que a metodologia que venho exercitando há anos (dar o
conteúdo de um tema e tempo para o aluno ler, preparar um resumo crítico,
apresentar no grupo e, o que é mais importante, aplicar na prática) está sendo
considerada por Cláudio uma novidade porque o aluno aprende em casa e depois
vai para a aula debater com o professor. Na sua coluna da VEJA de 14.12.2011,
pág.34, ele escreveu:
De dois ou três séculos para cá, o jeito das aulas
se fixou em uma fórmula clássica: o professor explica e depois, em casa, os
alunos fazem o "dever", exercitando o que aprenderam. As variações
sobre o tema têm sido mínimas, longe de serem revoluções. Mas eis que pipoca
uma novidade: quem sabe virar a rotina da aula de ponta-cabeça? O aluno aprende
em casa e depois vai à aula. Nela, com a ajuda do professor, vai se exercitar
no que estudou. Essa possibilidade e suas muitas variantes sempre existiram,
pois nada impede os alunos de abrir seus livros para aprender a lição em casa.
Na prática, por ser bem mais árdua, jamais foi uma solução adotada amplamente.”
Cláudio de Moura Castro"
No meu caso particular, acrescem as vantagens do
aluno poder dialogar com o autor dos textos e de aplicar o aprendido, imediatamente
após, com ações efetivas. José Pinto de Queiroz Filho

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