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terça-feira, 22 de maio de 2012

ANIMAIS: FANTASIA X REALIDADE


Falando de animais
FANTASIA E REALIDADE
“Os animais são meus amigos... e eu não como os meus amigos” George Bernard Shaw, escritor irlandês
























Imitação do Shmoo

1.    Fantasia: propaganda da sadia e da perdigão

O frango divertido e risonho (está rindo de quê?) assume o papel metafórico do Shmoo[1] personagem das histórias em quadrinhos de L'il Abner, (Ferdinando, no Brasil), criado por Al Capp.

Ele sacrifica prazerosamente a própria vida para enriquecer criadores, comerciantes, o Governo com impostos e ser vendido como alimento para os carnívoros de plantão. E por isso que aparece sorridente nas propagandas das mídias?


        O Shmoo de All Capp 


2.Realidade: Faça o download do vídeo abaixo, e se tiver coragem suficiente, assista até o fim e depois reflita a respeito. (José Queiroz)

Proteja os vulneráveis
      Não somente cães e gatos, mas todo animal merece      nosso carinho e respeito irrestrito às suas vidas.



  A inocência irriquieta e feliz

Os outros animais diferentes do animal homo insanus, não sabem como pedir socorro, mas você sabe como e, se quiser, pode protegê-los! Para começar, pare de comer que eles param de matar! (José Queiroz)






[1] Shmoo era a um só tempo alimento diversão, carinho, dedicação, ou seja, era um verdadeiro maná dos céus capaz de destruir os fundamentos do capitalismo:  nada de lucro, nada de comércio, nada de exploração das classes trabalhadoras.  Se tudo era gratuito e estava à disposição de todos, não era preciso trabalhar, ganhar dinheiro e comprar coisas. Por causa disso, All Capp foi acusado de defender ideias  socialistas e teve de confrontar as forças reacionárias dos EUA. 


quarta-feira, 2 de maio de 2012

O SENTIR DOS SERES VIVOS

OS SERES VIVOS DESESPERAM-SE COM A PROXIMIDADE DA MORTE, PRINCIPALMENTE QUANDO PREVEEM QUE ELA SERA VIOLENTA.


Uma água viva das profundezas. Quando atacada por um predador, usa a bioluminescência para “gritar” por ajuda. Essa foto foi tirada no leste da ilha japonesa de Izu-Oshina, a 805 metros.



sábado, 14 de abril de 2012

QUANTO MAIOR A EVOLUÇÃO COGNITIVA, MAIOR A RESPONSABILIDADE

Evolução cognitiva, consciência e responsabilidade.

Quanto mais evoluído é o homem, maior a sua responsabilidade para com os outros seres vivos. Por isso, temos a obrigação de fazer o melhor que pudermos.

Se, no entanto, substituirmos o senso lógico coletivo (estamos todos juntos no mesmo barco) pelo senso lógico privado (primeiro eu, depois os meus) nos tornamos portadores do único sinal universal da demência humana: a perda dos fundamentos do imperativo categórico (de Kant)[1]

. E quais são os principais fundamentos do imperativo categórico? Segundo Kant, seriam:

1.   Para pensar uma ação por dever, é necessário pensar em um princípio formal da vontade ou do querer (Acima de mim, as estrelas; dentro de mim a lei moral).

2.     Esse princípio formal da vontade deve ser compreendido como uma lei da razão.

3.     Tal princípio formal da vontade só pode ser validado se for válido para todos os seres vivos: “Devo proceder sempre de maneira que eu possa querer também que a minha máxima se torne uma lei universal”.


Do exposto, podemos deduzir: matar animais para comer, contraria a lei do imperativo categórico, pois implica na legalização do assassinato de seres vivos frágeis e indefesos. Não se pode desconsiderar o direito à vida de nossos irmãos animais, seres inocentes e frágeis, somente para atender à satisfações egoístas de homens (e mulheres) carnívoros e insanus. Exemplo? Assista a este pequeno vídeo de massacre em massa para fazer casacos de pele. E, depois, se quiser, mande-me sua opinião a respeito. (José Queiroz)




ASSISTA O VÍDEO ABAIXO ATÉ O FIM, SE VOCÊ TIVER CORAGEM.










[1] Immanuel Kant (22.04.1724 – 12.02.1804), o apóstolo da razão pura e da crítica sistemática, nasceu em Königsberg, pequena cidade prussiana.  Desenvolveu um discurso filosófico aberto para a modernidade, no qual a metafísica tradicional deu lugar a um sistema crítico da razão.