domingo, 30 de outubro de 2011
UMA CEGONHA COM PRÓTESE DE CARBONO
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
DESCONSTRUINDO O CAPITALISMO NEO-LIBERAL
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para a Cultura, caso esta reconheça o estado palestino.
O capitalismo é assim: onde houver possibilidade de lucro, aí encontraremos os capitalistas internacionais, sem ética, sem decência, sem compostura focados apenas no vil metal.
Para terminar.... George Busch está sendo acusado de genocídio. Será?
Denúncia contra o genocídio e outros crimes contra a humanidade cometidos em paralelo com a "indústria farmacêutica doentia" e a recente guerra contra o iraque
| 1. | George Walker Bush , Presidente dos Estados Unidos da América. Ele é o principal mentor político dos interesses do cartel farmacêutico / petroquímico. Ele é o principal mentor político dos crimes de guerra cometidos contra o Iraque e dos outros crimes que fazem parte desta denúncia. | |
| 2. | Anthony Charles Lynton (“Tony”) Blair , Primeiro-ministro do Reino Unido. Ele é o cabeça menor e executor político assim como cúmplice de George Bush na lista de crimes desta denúncia. | |
| 3. | Richard Bruce (“Dick”) Cheney , Vice-presidente dos Estados Unidos da América. Cheney foi o Presidente-Executivo da companhia petrolífera Haliburton & Company de Dallas no Texas. Depois da conquista do Iraque tornou-se na companhia chave no desmantelamento econômico do Iraque durante a suposta reconstruição. | |
| 4. | Donald Rumsfeld , Secretario de Defesa dos Estados Unidos da América. Rumsfeld foi Presidente-Executivo de várias empresas farmacêuticas e biotecnológicas, entre outras a empresa muito próspera G. D. Searle, hoje em dia, parte da Pharmacia. Durante décadas ele teve o papel de organizador estratégico da indústria farmacêutica e do seu “negócio com a doença”. Ele recebeu várias condecorações por parte da indústria farmacêutica. Juntamente com George W. Bush, Donald Rumsfeld foi um dos principais mentores da guerra contra o Iraque. | |
| 5. | John Ashcroft , Ministro da Justiça dos Estados Unidos da América. Ele é um dos estrategistas do chamado “Homeland Security Act”, um dos instrumentos pelos quais os acusados estão sistematicamente a restringir os direitos civis nos USA. Ele é responsável por legislação protecionista que essencialmente concede imunidade à indústria farmacêutica de ser considerada responsável dos seus crimes nos USA. | |
| 6. | Tom Ridge , Secretário da “Homeland Security” (Segurança Nacional), cúmplice de John Ashcroft em cimentar o controle político e econômico por parte dos acusados, com o propósito de continuar os seus negócios sem escrúpulos com a doença e de outros crimes contra os direitos civis nos USA | |
| 7. | Condoleezza Rice , Conselheira Sobre Assuntos de Segurança Nacional da Casa Branca, ela é uma ex_diretora da empresa petroquímica Chevron e foi um instrumento importante na promoção da guerra de agressões por parte dos acusados. |
E agora, José..!!!
sábado, 8 de outubro de 2011
E eis que surge a UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – recomendando a admissão da Palestina na ONU como Estado-membro de pleno direito. A recomendação foi apoiada por 40 dos 58 membros do Comitê Executivo.
Outra
vez, Israel criticou violentamente a recomendação afirmando que a mesma é
"contrária ao plano de paz" (Pergunto: Qual plano de paz? Aos dos desdobramentos
sem fim que alimentam a guerra, enquanto Israel persiste ocupando territórios e
mantendo o odioso bloqueio a Gaza?). “Pedidos
para parar assentamentos não são razoáveis”, diz Avigdor Lieberman, ministro israelense das Relações Exteriores, tentando justificar a insistência de seu país em manter a expansão de colônias
em Jerusalém Oriental. Pergunto:
Não são razoáveis para quem?sexta-feira, 7 de outubro de 2011
MOVIMENTO EM WALL STREET
Quem diria? Na intimidade dos EUA, o maior país do mundo, o
mais prepotente representante do sistema econômico capitalista, milhares de
norte-americanos ocuparam, sem violência, Wall Street, o epicentro do poder
financeiro do mundo e também da corrupção gananciosa responsável pela
gigantesca crise financeira que está abalando o mundo. quinta-feira, 11 de agosto de 2011
OFENSA CONTRA AS MULHERES?
Manifestação cultural e do pensamento livre
"Não se pode naturalizar a violência, o desrespeito e a desvalorização da mulher". Luiza Maia (PT-BA)
O projeto de lei da deputada estadual Luiza Maia (PT-BA), que pretende proibir que o Governo do Estado e as prefeituras baianas contratem, com o dinheiro arrecadado dos impostos pagos pelo cidadão, bandas que executem músicas com letras ofensivas às mulheres, que as desvalorizam ou as exponham a constrangimentos, violência, está dando o que falar e virou debate nacional.
Maioria favorável à proibição
57% dos internautas consultados disseram ser a favor da proibição das letras de duplo sentido, em eventos pagos pelo Estado e prefeituras baianas. Na realidade, não se trata somente de letras pífias, mas também de musica (?) e de harmonia horrorosas.
Viajando contra a corrente, o advogado, doutorando e mestre em direito, Georges Humbert, escreveu no jornal A Tarde, de quarta-feira, 10.08.2011, um artigo intitulado Censura Prévia, com argumentos contra o projeto de lei.
Não sou doutorando nem mestre em direito, mas discordo de seus argumentos, rebatendo-os democraticamente com contra-argumentos fundamentados em premissas pragmáticas de um cidadão brasileiro do século XXI.
Parto do princípio de que nenhuma obra humana é perfeita, incluindo a entidade Justiça que foi criada para servir ao homem e não o contrário, com o objetivo de manter a harmonia da estrutura social.
No meu entender, as leis da Constituição Brasileira vigente não são verdades absolutas e pétreas. A Constituição não é (e nunca será) infalível. Por isso, entendo, precisa sempre ser interpretada à luz da lógica vigente e não utilizada cegamente como verdades eternas.
A garantia para todos os brasileiros à livre manifestação cultural e de pensamento é polêmica e pode ser questionada. Pergunto: até onde tal garantia de pensamento e manifestação cultural deve ser tolerada pela sociedade civilizada? A garantia constitucional assegura, por exemplo, o pensar livre e suas consequências práticas na defesa do preconceito racial? Absolutamente, não. E para isso, a sociedade incluiu leis na Constituição do país para penalizar o racismo.
Doutra parte, será que a garantia constitucional abrange o perverso costume “cultural” da chamada “farra do boi”? Ou da autoflagelação masoquista de religiosos durante a semana santa? Ou da queima desvairada de “espadas” durante os festejos juninos? Tudo isso deve ser considerado manifestações da decantada e intocável cultura popular? Entendo que não.
Estar arraigada na cultura e no comportamento dos indivíduos, não justifica que determinada manifestação cultural deva, obrigatoriamente, ser mantida para todo o sempre. Quando tais manifestações se tornam perniciosas, transformando-se em agentes ativos de desagregação social, de fator que deseduca, de alimentador de preconceitos a ponto de causar prejuízos às pessoas não devem, em nenhuma hipótese, ser toleradas pela sociedade constituída.

Pode, pode, mulher maravilha...!
E em se falando do que, aqui, nos interessa -, as músicas ofensivas que denigrem a mulher -, as suas alusões são altamente prejudiciais porque avilta o que há de mais privado e singular no ser humano: o seu corpo e a sua sexualidade.
Sei, tem quem goste dos ritmos de pagode, funk, ou hip hop, mas, acredito, nem todas as mulheres gostam de suas letras - recitadas de forma burra e insultuosa. Exemplos? Para a mulher feia o estupro é uma benção. Olha, mulher é igual a lata, um chuta e outro cata.... A questão aqui não é o divertimento em si, mas o desrespeito que tematiza as composições.
Ora, quer dizer que além de tolerar um som repetitivo e de péssima qualidade, um verdadeiro lixo musical, a mulher sensata é obrigada a aceitar ser chamada de cachorra, ordinária, piriguete, vaca, chupeta atômica, rosca ardente e quejandos? Será que o homem que tem namorada, esposa, irmã ou mãe sentir-se-ia feliz se tais impropérios fossem dirigidos a elas?
Pior é quando os insultos são repetidos por crianças e adolescentes. Nada mais tosco e embrutecedor. As implicações resultantes chegam a assustar. No funk, por exemplo, se faz menção até à pedofilia. Por tudo isso, as letras que ofendem não podem ser aceitas impunemente principalmente quando realimentam o preconceito machista de que a mulher é mero objeto sexual descartável, que pode ser execrada, estuprada e trucidada pelo homo insanus, legitimando, assim, o pseudo-poder que os homens tem sobre as mulheres na cama, no mercado de trabalho, no domínio de seu corpo e de sua alma.
Por tudo isso, peço ao nobre advogado e seus simpatizantes mais reflexão, mais sintonia com as necessidades dos cidadãos atuais e menos proselitismo jurídico radical para evitar transformar a garantia de pensamento livre e manifestação cultural numa mixórdia pétrea e intocável instituída por uma constituição falível e, portanto, sujeita a desconstruções e reconstruções de paradigmas. (Queiroz)
sexta-feira, 22 de julho de 2011
OS BOLAS MURCHAS DO ANO
Em pé(da esquerda para direita): Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando e Gilmar Agachados: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagallo
Na minha adolescência (1958) torcia pela Seleção Brasileira. Com novos saberes e o amadurecimento, cheguei a conclusão de que o esporte das chuteiras não pode representar um todo que é o Brasil.
Descobri, quem lucra com o futebol, seja ele vencedor ou não, são os cartolas, técnicos, alguns jogadores e quejandos que ganham dinheiro com a sua prática.
Passei a testemunhar, a cada dia, que o futebol é uma forma de entretenimento que não favorece a cidadania, a educação e a paz entre os seres humanos, como se propagandeia. Muito pelo contrário.
Some-se a arrogância do brasileiro apaixonado afirmando que no Brasil se prática o melhor futebol mundo (será mesmo motivo para paixão?) – o que pode ter sido antes, mas não é mais. E de afirmar que a seleção brasileira é a encarnação do Brasil, Não é, nem nunca foi. Então, deixei de torcer pela seleção.
Imprensa especializada

Significa que devemos deixar de torcer por nossos times regionais? De forma nenhuma, contanto que se encare o jogo como um simples jogo, mera opção para divertir e não uma batalha heróica, nacionalista e transcendental. Nada mais que um jogo.
Campeões morais (1978)
Seleção Bola Murcha
Comentários de especialista
Dos comentários que vi e escutei o mais corajoso, o mais realista e mais lógico que encontrei foi o do ex-jogador Tostão. Acresce que se afinou com o que penso, por isso vou transcrever fragmentos de sua crônica:
“Faltaram mais maturidade e talento, do meio para frente”... “O Brasil tem ótimos jogadores, mas não possui, hoje, um único grande craque no meio-campo e no ataque” (entenderam, devotos de Neymar e Cia?). “A derrota vai fazer bem aos jovens. A derrota humaniza, os retiram de um pedestal de ilusões, de se acharem gênios, caras escolhidos pelos deuses” (duvido!). “O Brasil é o pais da maquiagem e da enganação... A última mentira é que a Seleção tinha um quarteto mágico na frente. Eles são ainda aprendizes, que confundem o truque no momento do espetáculo”. Tostão








