
o DIREITO DOS ANIMAIS À VIDA
Não consigo aceitar como prática natural, justificada pela famigerada cadeia alimentar, o assassinato em massa de animais para aplacar a fome, deleitar o paladar e alimentar a vaidade de outro animal irracional, o homo insanus. Tampouco concordo com o argumento ilógico de que se trata de uma determinação do deus dos homens que colocou os animais no planeta terra para servir, divertir e ser devorados pelos seres humanos carnívoros. Tais hábitos perversos e criminosos não me parecem naturais e podem, sim, serem mudados.
Sou adepto de uma premissa-chave:
o índice de felicidade de uma sociedade humana é dado pelo respeito à vida dos
outros seres humanos e dos demais animais.
Em prol disto estamos avançando, passo-a-passo, de forma lenta, mas ainda insuficiente. O que me anima é o crescimento exponencial de pessoas que estão aderindo ao vegetarianismo na direção de uma sociedade verdadeiramente civilizada onde prevaleça o respeito à vida de todos os animais que habitam este planeta. O engajamento de pessoas conscientes e sensíveis nesta luta honrosa tem mudado a concepção e os hábitos de muitos homens e mulheres deste mundo; mas, entendo, ainda há uma longa caminhada a percorrer e muitos obstáculos a ser ultrapassados. (José Pinto de Queiroz Filho)
Em prol disto estamos avançando, passo-a-passo, de forma lenta, mas ainda insuficiente. O que me anima é o crescimento exponencial de pessoas que estão aderindo ao vegetarianismo na direção de uma sociedade verdadeiramente civilizada onde prevaleça o respeito à vida de todos os animais que habitam este planeta. O engajamento de pessoas conscientes e sensíveis nesta luta honrosa tem mudado a concepção e os hábitos de muitos homens e mulheres deste mundo; mas, entendo, ainda há uma longa caminhada a percorrer e muitos obstáculos a ser ultrapassados. (José Pinto de Queiroz Filho)
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